Jaí Antonio Strapazzon

É técnico em segurança do trabalho, aposentado, trabalhava na Cia Estadual de Energia Elétrica - CEEE.

Sempre teve gosto por escrever. Tem participação em diversas páginas de jornais, não só daqui, bem como do centro do país.

Atualmente, devido ao tempo escasso, escreve para o jornal Vale do Sinos.
Seus artigos hoje ultrapassam os quatro mil, incluindo textos políticos, regionalistas, e poesias.

Tem como hobby conserto de pequenos brinquedos bem como restauração de bonecas, e trabalhos com madeira
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E_mail para contato: jaiantonio42@gmail.com.
 

Jaí Antonio Strapazzom
 



 

 Textos do Escritor e Poeta Jaí Antonio Strapazzon

  A Saga da Família Bernardo Strapazzon   Mãe
  Visita ao Tio Vicente   O Nono
  O Filó   A Chácara
  A Netinha da Vovó Adélia   Banhadeiros
  Lembranças    O Homem do Realejo
  Dorothy   O Asilo
  O Nono   Um Poeta de Improviso


CONTOS

 

  A Lenda do Pedro Capincho   O Palhaço
  Pelé, o Engraxate   O Homem do Realejo
  Uma Noite Especial   Museu
   


CRÔNICAS

 

  Olhos do Bastião   D. Maria - A Benzedeira
  A Comadre   Um Vereador Funesto
  O Velho e o Cachorro   Velho Rio dos Sinos
  Visita Inesperada   Vera
  Colégio de D. Sibila   O Tesouro dos Três Coqueiros
  Uma Doação   Um Fandango em Taquara
  O Enforcado   Futebol em Sapucaia
  Gastão   Seu Estevão
  Sapucaia Era Assim   Eu Via Nossa Senhora
  Uma Homenagem   Outros Tempos
  Perdi um Amigo   Amor de Carnaval
  Cartas Inesquecíveis   Cartas com Perfume
  Eu e o Vira-Lata  

 

POESIAS

 

  Não Te Esqueço   Te Cacei
   

 


Sou como marinheiro solitário.
Vivo a procura de um sonho, talvez distante, talvez não.
Não quero guerra com o mundo, mas um coração cúmplice,
que ame sem ver a cor, sem ver defeitos.
Eu acredito que ele exista,
e só por isto vivo eternamente em maresias.

Jaí Antonio Strapazzon
 


 

“Um dia meu pai mostrou-me a Bíblia Sagrada e disse:
por mais graduado que sejas não esqueças dos ensinamentos deste livro.
Nas horas boas, e nas más, aqui sempre encontrarás o que procuras.
Alívio para tuas dores, paz para o teu coração.
Obrigado, Pai.”

Jaí Antonio Strapazzom

 

 


 

NÃO ACEITO
 

Detesto ver homens sem nenhum escrúpulo, sendo tratados como deuses. Detesto ver nulidades sendo coroadas como notoriedades. Detesto ver o ser humano se rastejar buscando migalhas para o sustento, enquanto crápulas, sentados em volta de uma mesa, festejam a miséria humana. Detesto ver crianças, esfomeadas, revirando lixo para alimentar-se. Detesto saber que existam animais que querem ser chamados de homens, que abusam da ingenuidade de anjos, que corrompem por drogas, que escravizam por sexo, que matam pelo simples desejo de interromper a vida. Detesto o policial corrupto que se vende, do político safado que rouba, do juiz larápio que vende sentenças, do grande jornal que é parcial, da mídia que se corrompe para agradar as elites. Detesto ver pessoas reivindicando direitos os mais básicos. Detesto ver pessoas dormindo como animais ao relento, alimentando-se de restos, e vestindo andrajos. Detesto ver tantos cadáveres pelas estradas, tanto desprezo pela vida humana, tanto descaso com a segurança das pessoas. Detesto ver o médico tratando seu paciente como forma de lucro, que assina um atestado de óbito como quem assina um cheque, que não examina, que erra, que mata. Detesto ter que admitir que os homens ainda não entenderam que a coisa mais importante do mundo é a vida. É o homem, que cria, que inventa, que salva, que socorre. Detesto ter que admitir que ainda existam pessoas que não se deram conta da beleza que é um ser, gerar no seu ventre outro ser, criar a vida a partir de minúsculas células, que este ser a partir do primeiro minuto de vida já traz consigo uma carga imensa de dores, sofrimentos, alegrias, e tristezas. Como seria bom que o ser humano um dia entendesse a verdadeira razão do porque ele foi chamado a este mundo. De que guerras, valores, ódio, ambições, nada disto conta se não tivermos paz. De que vale o dinheiro sem saúde, o palacete, as mordomias, se estamos cegos? O cantar dos pássaros se somos surdos, jardins floridos se estamos presos aos grilhões das futilidades?
 

 




 

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